Aplicações Terapêuticas e Potencial Terapêutico


SÃO JÁ MUITOS OS CASOS DE SUCESSO COM RECURSO A CÉLULAS ESTAMINAIS!

 

Utilização autóloga de células estaminais no tratamento de Anemia Aplástica


Em Fevereiro de 2016, foi noticiado pela Parent´s Guide to Cord Foundation, a realização, com sucesso, do 12º transplante autólogo com sangue do cordão umbilical para tratar uma criança com Anemia Aplástica. Esta doença consiste na incapacidade da medula óssea em produzir a quantidade suficiente de todos os tipos de células sanguíneas.
Por norma, no tratamento desta doença é realizado um transplante em contexto alogénico (quando o doente recebe células estaminais hematopoiéticas provenientes de um dador).

No entanto, para Karen, um menino de 6 anos, não foi possível encontrar um dador de medula óssea compatível, tendo a equipa médica optado por utilizar o Sangue do Cordão Umbilical do próprio que tinha sido guardado num Banco Privado, aquando do seu nascimento.
O transplante foi realizado no Hospital Ali Asghar, no Irão, sob supervisão do Oncologista Dr. Bahoosh, o qual decorreu com sucesso e 3 semanas após o transplante a produção de células sanguíneas foi restabelecida demonstrando uma tendência progressiva positiva.
Este caso de sucesso reforça a importância da recolha das células estaminais do sangue do cordão umbilical bem como a sua utilização em contexto autólogo.

 
 

Veja aqui a lista de doenças tratáveis. 

 
 

Em 1988 foi efetuado, em Paris, o primeiro transplante com células estaminais de sangue de cordão umbilical a uma criança de 3 anos portadora de uma anemia de Fanconi. O procedimento foi um sucesso e um marco para a medicina. Deste então, são criopreservadas em todo o mundo, amostras de sangue de cordão umbilical, criando uma nova fonte de células estaminais. O Laboratório Bebé Vida acompanha a evolução da ciência e das pesquisas realizadas com células estaminais.

 



Tratamentos e Estudos com Células Estaminais do Sangue Umbilical

Células Estaminais Podem Curar Diabetes Tipo 1
Após 25 anos de estudos e utilização, as células estaminais representam atualmente um recurso valioso e consolidado disponível para mais de 80 tipos de doenças do sangue e um potencial promissor no que concerne à medicina regenerativa em doenças do foro cardíaco, alzheimer, Parkinson, entre outras.
A re-infusão das células estaminais do sangue do cordão umbilical, após quimioterapia e/ou radioterapia de alta dose, acelera a recuperação hematopoiética. uma vez que o enxerto possui um elevado número de células estaminais (estas são caracterizadas pela sua capacidade de auto-renovação e diferenciação, originando as diferentes células sanguíneas saudáveis e funcionais, permitindo a recuperação do doente).

As células estaminais isoladas podem ser do próprio (transplante autólogo) ou de um dador compatível (transplante alogénico).
Existem doenças cujo transplante com células estaminais do sangue do cordão umbilical, está actualmente comprovado e standardizado.

Os transplantes autólogos com sangue do cordão umbilical eram realizados inicialmente, apenas, em tumores sólidos, por exemplo nos neuroblastomas, ou em doenças hematológicas adquiridas (anemia aplastica adquirida). Actualmente, têm-se realizado ensaios clínicos para determinar a eficácia dos transplantes autólogos com células estaminais do sangue do cordão umbilical no tratamento de várias doenças pediátricas, nomeadamente em casos de predisposição genética, diabetes tipo 1 e paralesia cerebral.
Atualmente e desde 2000, a fonte privilegiada para a transplantação hematopoiética em crianças e jovens (até aos 18 anos) é o Sangue do Cordão Umbilical.

A Bebé vida apresenta-lhe a história do bebé Dallas Hextel, um menino que sofria de Paralisia Cerebral e que recuperou graças a um tratamento experimental com células estaminais.

Um caso de sucesso no tratamento da Paralisia Cerebral, em contexto autólogo:
Chloe Levine, uma menina de dois anos, representa um caso de sucesso no tratamento da Paralisia Cerebral ​com recursos às próprias células estaminais do sangue do cordão umbilical criopreservadas.