Bebé Vida Plus


BEBÉ VIDA PLUS é um conjunto de testes de intolerância realizados a partir de uma amostra de sangue do cordão umbilical, ou de sangue periférico do bebé, recolhido no momento do parto.

TESTE BEBÉ VIDA PLUS 


Os testes Bebé Vida PLUS têm como objetivo identificar a predisposição para doenças comuns no recém-nascido, que habitualmente não são pesquisadas, mas que mesmo assim são frequentes e importantes de identificar para o bem-estar do bebé. Estas doenças, desenvolvem-se quando estão presentes variantes genéticas de predisposição e exposição a fatores externos.
Identificar estas variantes genéticas permite evitar, desde cedo, a exposição a determinados fatores ambientais que contribuem para o desenvolvimento de doenças ou sintomas, proporcionando também uma melhor qualidade de vida.
Estes testes podem ser realizados a partir de uma amostra de sangue periférico do bebé ou, em alternativa, a partir do sangue do cordão umbilical (evitando "picar" o bebé).
 

Vantagens | BEBÉ VIDA PLUS

- A realização deste teste é indolor e não tem qualquer risco para o bebé, já que é utilizada uma fracção parte da amostra de sangue do cordão umbilical recolhida na altura do parto;
- Permite desde o primeiro momento detetar intolerâncias e prevenir possíveis doenças;
- A deteção precoce permite adaptar o estilo de vida e hábitos da criança prevenindo possíveis doenças e evitando os sintomas negativos associados;
- Menos noites “mal dormidas” para o bebé e para os pais;
- Conhecer melhor o seu bebé.
 

Composição | BEBÉ VIDA PLUS - 350€

Intolerância à Lactose (gene MCM6)
A lactose é o açúcar presente no leite e nos seus derivados. Para ser absorvido no intestino, a lactose tem de ser desdobrada em glucose e galactose pela ação da enzima lactase. Aproximadamente 15% da população apresenta uma diminuição da atividade da lactase que pode manifestar-se desde a infância. Neste caso, a ingestão de leite e seus derivados produzem manifestações abdominais adversas como diarreia, distensão e dor abdominal podendo mesmo comprometer a alimentação.
Intolerância à Frutose (gene ALDOB)
A frutose é um açúcar que se encontra fundamentalmente nas frutas e nos legumes. A absorção de frutose implica a passagem de frutose a glucose pela ação, de entre outros, da enzima Aldolase B. Se a atividade da enzima for muito baixa (presença de mutações no gene) a ingestão de fruta ou outros alimentos com este açúcar leva ao aparecimento de sintomas digestivos que podem ser graves e originar desidratação e mal-nutrição. A deteção desta intolerância permite adaptar a alimentação (analisar a composição dos alimentos).
Doença Celíaca (HLA DQ2 e DQ8)
A doença celíaca é o resultado de uma intolerância ao glúten e outras proteínas presentes no trigo, centeio e cevada. Encontra-se principalmente em alimentos mas também em medicamentos e vitaminas. Esta doença, que aparece em 1:200-300 recém-nascidos, afeta cada indivíduo de forma diferente.
Caso sejam ingeridas substâncias com glúten é desencadeada uma reação inflamatória crónica no intestino, produzindo sintomas como diarreia, dores abdominais, atraso de crescimento e do aumento ou mesmo perda de peso. A irritabilidade é um dos sintomas mais comum nas crianças. A prevenção passa por uma alimentação adaptada.
Sensibilidade aos UV (gene MC1R)
A radiação ultravioleta que atinge a pele estimula a síntese de melanina. Esta proteína atua como uma barreira protetora contra radiação ultravioleta protegendo das queimaduras solares, do envelhecimento precoce e mesmo do cancro de pele. Mesmo os indivíduos de pele e olhos escuros com uma variante de risco no gene MCR1 têm uma probabilidade 3 a 8 vezes superior de vir a desenvolver cancro de pele.
Existe uma associação entre a idade de início de exposição ao sol e a frequência de queimaduras solares com o cancro de pele. O efeito cumulativo da radiação ultravioleta torna imperativo a proteção da pele desde a infância. Na existência de sensibilidade aos UV, aconselha-se a diminuição do tempo de exposição ao sol e melhoraria da proteção.  Este conhecimento permite também proteger a pele do bebé/criança mesmo no dia-a-dia.
Alfa-1 Antitripsina (gene SERPINA1)
A deficiência em alfa-1 antitripsina (AAT) é uma doença genética hereditária que afeta crianças e adultos. Entre 5 a 10% dos recém-nascidos são portadores de pelo menos uma variante de risco, como o risco de alterações hepáticas e/ou pulmonares com gravidade variável que se traduz na degradação dos tecidos. Portadores de variantes de risco devem evitar a exposição a fumos, aumentar o período de amamentação, realizar tratamentos vitamínicos e anti-oxidantes, e manter um programa de vacinação específico.
Hemocromatose (gene HFE)
A proteína HFE intervém na absorção intestinal de ferro. Aproximadamente 10% da população apresenta, pelo menos, uma cópia da proteína que é capaz de absorver ferro em excesso. Em determinadas circunstancias e com o passar do tempo, o excesso de ferro pode acumular-se nalguns tecidos, tais como fígado e coração, tornando-se prejudicial.
Como prevenção, não devem ser ingeridos suplementos vitamínicos com ferro nem com vitamina C e recomenda-se a vacinação contra as hepatites A e B.
Os adultos devem evitar o consumo de álcool e de marisco cru.