Utilização autóloga de células estaminais no tratamento de Anemia Aplástica

Escrito June 8, 2016
Maio de 2016

Utilização autóloga de células estaminais no tratamento de Anemia Aplástica

 Utilização autóloga de células estaminais no tratamento de Anemia Aplástica
 
Recentemente, foi noticiado pela Parent´s Guide to Cord Foundation, a realização, com sucesso, do 12º transplante autólogo com sangue do cordão umbilical para tratar uma criança com Anemia Aplástica. Esta doença consiste na incapacidade da medula óssea em produzir a quantidade suficiente de todos os tipos de células sanguíneas.
Por norma, no tratamento desta doença é realizado um transplante em contexto alogénico (quando o doente recebe células estaminais hematopoiéticas provenientes de um dador).
 
No entanto, para Karen, um menino de 6 anos, não foi possível encontrar um dador de medula óssea compatível, tendo a equipa médica optado por utilizar o Sangue do Cordão Umbilical do próprio que tinha sido guardado num Banco Privado, aquando do seu nascimento.
O transplante foi realizado no Hospital Ali Asghar, no Irão, sob supervisão do Oncologista Dr. Bahoosh, o qual decorreu com sucesso e 3 semanas após o transplante a produção de células sanguíneas foi restabelecida demonstrando uma tendência progressiva positiva.
Este caso de sucesso reforça a importância da recolha das células estaminais do sangue do cordão umbilical bem como a sua utilização em contexto autólogo.
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Sobre a BEBÉ VIDA
Fundado em 2004 e 100% português, o Banco de Tecidos e Células Bebé Vida é o maior Banco de criopreservação de Portugal com cerca de 2500m2, construído de raiz a pensar nos diferentes serviços na área de criopreservação. Licenciado pelo Ministério da Saúde, eleito PME Excelência’ 15 e PME Líder 2010/2011/2012/2013/2014/2015, disponibiliza o serviço de criopreservação de células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical de recém-nascidos.
 
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