Osteoporose: Estudo demostra a potencialidade das células mesenquimais

Escrito August 19, 2016
Agosto 2016

Osteoporose: Estudo demostra a potencialidade das células mesenquimais

OSTEOPOROSE: ESTUDO DEMOSTRA A POTENCIALIDADE DAS CÉLULAS MESENQUIMAIS PARA O TRATAMENTO DA DOENÇA
 
A revista “Stem Cells Translational Medicine”, publicou recentemente os resultados de um estudo com  células estaminais mesenquimais administradas em modelos animais de osteoporose e que permitiram restaurar a estrutura óssea destes.
Os investigadores isolaram células estaminais mesenquimais de ratinhos saudáveis e colocaram‑nas em cultura para aumentar o seu número. Estas células foram posteriormente injetadas na veia da cauda dos ratinhos doentes.
Ao fim de 6 meses os resultados foram surpreendentes: os ossos dos animais doentes tinham sido regenerados, recuperando as funcionalidades e aspeto de ossos normais.

 
CONCLUSÃO DOS INVESTIGADORES:
Uma única dose de células estaminais mesenquimais injetada na corrente sanguínea de ratinhos, com osteoporose associada à idade, trava a perda da massa óssea e permite a regeneração do osso evitando a progressão da doença.
 
Estes resultados sugerem que, no futuro, uma injeção de células estaminais mesenquimais poderá ser a solução para o tratamento ou prevenção da osteoporose associada à idade.
 
 
 
 
 
 
 
                                                                                                             
O QUE É A OSTEOPOROSE?
osteoporose é uma doença óssea sistémica, (i.e. generalizada a todo o esqueleto), que por si só não causa sintomas, caracterizada por uma densidade mineral óssea (DMO) diminuída e que à medida que vai avançando aumenta a fragilidade óssea e, consequentemente, aumento dá-se o risco de fraturas. 

Se não for prevenida precocemente, ou se não for tratada, a perda de massa óssea vai aumentando progressivamente, de forma assintomática, sem manifestações, até à ocorrência de uma fratura. 



Uma vez que o número de mulheres em risco de desenvolver osteoporose pós-menopáusica aumenta à medida que a população vai envelhecendo, é fundamental identificar de forma precoce e exacta quais as que se encontram em risco de sofrer fraturas.



Existem 2 tipos de osteoporose: a osteoporose primária (associada à pós-menopausa devido à  deficiência de estrogénios) e a osteoporose tipo secundária  (muitas vezes associada à idade) quando a perda óssea é secundária a uma doença, a um distúrbio alimentar ou a medicação, que afeta igualmente homens e mulheres.
No caso da osteoporose secundária, a estrutura interna do osso diminui, tornando o osso mais fino, menos denso. Os ossos ficam então frágeis que facilmente quebram.

Dados Estatísticos
Em todo o mundo existem mais de 200 milhões que padecem desta doença. Anualmente, ocorrem cerca de 8,9 milhões de fraturas associadas a esta doença em todo o mundo. Estima-se que em Portugal cerca de 800 mil pessoas venham a padecer desta doença.
·         Dor nas costas, perda de altura ou arredondamento da coluna vertebral são sintomas que não se restringem ao factor idade.
·         Segundo estudo da Fundação Internacional de Osteoporose custos para a toda UE poderão aumentar 25% entre 2010 e 2025.
·         Cálcio, Exercício Físico e Vitamina D asseguram uma estrutura óssea saudável
 
Fontes:  
http://stemcellstm.alphamedpress.org/content/5/5/683.abstract; www.osteoporose.com.pt

 
 
 
Sobre a BEBÉ VIDA
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